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A CAMPANHA

A campanha tem o objetivo de diminuir o número de recusa da familia com relação a doação de órgãos do seu ente querido uma vez falecido, bem como desmistificar algumas mitos a cerca do processo.
O estado da Bahia registra um dos maiores índices de rejeição familiar do brasil para doação de órgãos. Hoje a média do país está em cerca de 40% recusam e 60% doam, já na Bahia o percentual da negativa familiar é de 63%.

Na Bahia, a idade que a família mais recusa a doação de órgãos é de jovens que falecem entre 20 e 30 anos, por não aceitarem o óbito justamente pela idade, que na maioria das vezes é de forma repentina, inesperada.

DÚVIDAS FREQUENTES

Para vários brasileiros, doação de órgãos ainda é um tabu. 

Mas isso ocorre por falta de informação sobre o assunto. Esclareça as principais dúvidas.

O que devo fazer para ser um doador?
Basta informar a sua família sobre o seu desejo. A doação acontece após autorização da família. Não é necessário deixar asnenhuma documentação assinada.

Quais órgãos podem ser doados?    
Doador falecido: Coração, rim, fígado, pulmão, pâncreas, além de tecidos como: Córneas, pele e ossos.
Doador vivo: rim ou medula óssea, além de parte dofígado ou do pulmão, para membros da familia.

Existe limite de idade para ser doador?
Não. Pessoas de todas as idades podem ser consideradas doadoras.

Como fica o corpo do doador após a retirada dos órgãos?
A retirada dos órgãos é feita por meio de técnica cirúrgica convencional. Ou seja, o corpo não sofre nenhum tipo de deformidade

SEJA UM DOADOR DE ÓRGÃOS

UM GESTO DE AMOR 

Seja um doador. É só expressar o seu desejo à sua família, não há necessidade de documentação e o transplante somente é realizado com o consentimento familiar.

SPOT INSTITUCIONAL  DA CAMPANHA

SPOT
CÓRNEA
JOANA

SPOT - PANCREAS - HENRIQUE

ENTREVISTA - PROGRAMA METRÓPOLE SAÚDE

Confira a entrevista concedida  pela coordenadora da central de transplantes da Bahia, ao programa Metrópole Saúde da
Rádio Metrópole Fm 101.3  -  PARTE 01
Entrevista - PARTE 02

ESTÚDIO

Tarsila Alvarindo, jornalista/apresentadora do programa Metrópole Saúde e América Carolina, coordenadora da central de transplantes da SESAB, em entrevista concedida a Rádio Metrópole no dia 31 de maio de 2017. 

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